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Safadeza alheia

Eu uso CPAP há alguns anos e parece que é mal de família. Minha mãe precisa usar (mas não usa) e um de meus irmãos sofre do mesmo mal: apneia crônica. Então eu virei o “consultor CPAP” da família.

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Háááá Unimed….

Não tenho muito o que reclamar de plano de saúde, afinal não fico doente e tampouco gosto de ir a médicos. Mas desta vez, a Unimed Campinas se superou na incompetência. Leia Mais

CPAP

Há alguns dias postei aqui no blog um texto sobre meu sono e um exame que fiz para resolver os problemas relacionados com o mesmo. Pois bem, chegaram os exames e não foram nada interessantes. Primeiro, tenho uma apnéia ridícula de crônica. Aquilo que é considerado grave é cerca de 30 ocorrências por hora e a minha está em…. 86 por hora, ou seja, um verdadeiro motor engasgado. Isso é resultado de uma garganta muito estreita que me rende uma cirurgia daqui há 8 meses para a extração das amídalas e também outra no nariz para corrigir a curva, digo, o desvio que existe dentro dele. Mas e até lá? Que vou fazer? Ficar sofrendo? Nananinanão. Neste momento entra a tecnologia no processo.

Algum tempo depois repeti o mesmo exame mas desta vez usando um aparelho/técnica denominado CPAPContinuous Positive Airway Pressure que nada mais é que um compressor de ar ligado em uma máscara que manda um fluxo contínuo o pressurizado de ar para dentro do corpo do sofredor (neste caso, eu). O resultado foi mais que ótimo: somente 3 apnéias durante seis horas de sono contínuo e profundo, daqueles que há muito não tinha.

É certo que o uso do aparelho é inconveniente em todos os aspectos. Primeiro porque terei que carregá-lo em todas as viagens, tornando-se mais uma tralha na mala. Segundo porque pode se tornar inoômodo devido a máscara e o tubo/traquéia que fica ligado no mesmo e terceiro porque o Jason fica mais simpático com a máscara dele do que eu com a minha. Mas mesmo colocando estes poréns na balança, ainda estou esperançoso que terei ótimas noites de sono e então o preço a pagar, tanto pelo aparelho (que é caro) quanto pelos poréns, vale a pena.

Hoje começo o uso do dito cujo e amanhã conto como foi dormir com a “tromba de elefante”. Aguarde cenas dos próximos capítulos :)