Mês: junho 2008

Vagas para Timor

Pessoas,

A ONU, Organizações das Nações Unidas está com vagas em Timor Leste para administradores de sistemas e desenvolvedores web. São 4 vagas cujo o candidato deve ter:
– 24 anos completos
– Inglês técnico para leitura e alguma conversação para ao menos não ficar perdido no aeroporto de Sydney
– Trabalhar fortemente com software livre (Admins: Linux, Samba, DNS, Apache, VoIP, etc – Developers: PHP, Smarty, MySQL)
– Aceitar desafios dos mais diferentes
– Ser sociável MESMO!

As vagas são para trabalho em Timor Leste, um pequeno país asiático (procure no mapa). Os TOR’s (term of reference) estão disponíveis no meu site. Os valores para VOLUNTÁRIOS são de US$ 1920 a US$ 2400 isentos de impostos inclusive no Brasil. Translados ida/volta pagos pela ONU algumas outras benesses como participar da lista do Timor Brazuca.

O trabalho será realizado no Ministério da Justiça daquele país dentro do projeto Justice Programme. A função é levantar a estrutura computacional deles e deixar o legado de conhecimento para o staff nacional. Facilidade de comunicação e interação são mais que desejáveis. Além disso, respeito a nação de outrem, responsabilidade e principalmente colaboração são imprescindíveis.

Qualquer informação a mais, pode entrar em contato comigo diretamente. Só não fique me perguntando como é isso e aquilo. Meu blog pessoal responde tudo :)

Memória Roda Viva

Roda VivaNosso povo é conhecido por ter memória curta e nestes momentos nada melhor que iniciativas como esta. A Fapesp, Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de São Paulo junto com a Unicamp e Fundação Padre Anchieta estão disponibilizando na Internet todas as entrevistas já realizadas pelo programa Roda Viva da TV Cultura. Certamente uma fonte inesgotável de informação, inclusive para comparação daqueles que antes falavam “A” e hoje falam “B”.

Em mensagem que recebi de um dos diretores, ele diz:

O projeto prevê, além de finalizar a inclusão de todas as entrevistas feitas nesses 21 anos, a atualização constante do site com as novas entrevistas, e tem como objetivo disponibilizar o conteúdo – textos integrais acrescidos de verbetes, referências, fotos e pequeno vídeo – possibilitando acesso livre para pesquisadores,estudantes e interessados em geral, num sistema de fácil navegação. Objetiva-se, também, criar um registro importante da história recente, assegurando sua preservação definitiva.

As entrevistas podem ser vistas/baixadas clicando-se aqui. Aproveite!

Fumaça, cá estou!

Pois é, depois de quatro anos vagando pelo mundo, cá estou novamente na capital da fumaça, sampa, e sem nenhuma pretensão de sair daqui ou das imediações, salvo para as viagens costumeiras a trabalho e descanso.

A mudança ocorreu por várias necessidades; estar mais próximo do centro monetário do país, atender com mais velocidade e presteza meus clientes e principalmente, próximo, muito próximo de minha companheira. Afinal vinte e três mil quilômetros não é mole não.

E muita coisa vai mudar dentro em breve. Um novo site profissional está sendo preparado, um novo álbum de fotos (está ficando muito bacana) e claro, o lançamento do meu primeiro livro solo. Na carona, outras coisas que conto na hora exata.

Durante estes dias de “sumida” estive cuidando de móveis, varais, tomadas, vassouras e as eternas brigas com os ignorantes da companhia telefônica. Mas já “quase” estabelecido, retorno as atividades para o bem de todos e felicidade geral da nação, dizendo que fico por aqui porque inclusive o corpo, já velho que está, pede cama (que ainda não chegou) para poder correr atrás do prejuízo dos dias parados.

Prazer em revê-los!

Lançamento do livro em sampa

Amanhã estou em sampa na FNAC da Av. Paulista (N. 901 – Fone: 2123-2000) para o lançamento do livro Internet: o encontro de 2 mundos. Começa as sete da noite e a entrada é franca. Dizem até que vai acontecer uma boca-livre por lá.

Se você estiver pela capital da fumaça, apareça!

Maiores infos sobre o livro na página oficial clicando aqui.

Tapa-“sem vergonha”

Uma bela lentePara certas coisas sou um cara extremamente antiquado e não tenho vergonha disso. Prefiro móveis antigos aos moderninhos de MDF, prefiro o velho e bom guaraná às águas cheirosas e refrigerantes “zero”, prefiro carros “de velhos” aos mais arrojados. Claro, tenho o outro lado também que é gostar da tecnologia que tudo tem de moderno. Mesmo amando telegrafia feita com QRP’s (transmissão de sinais com 5 watts ou menos), não dispenso um bom Kenwood para berrar em tudo que é lado e adoro meu iMac, meu iPod e fico fascinado com controles remotos cheios de botões.

Na lista do “antiquado” tenho algo muito forte também que é “moda”. Odeio moda, odeio revista de moda e odeio gente que adora moda. Acho a coisa mais bizarra você ter que se adequar aquilo que meia dúzia de histéricos acreditam que é bacana. E a moda como sempre, sai com mais uma coisa bizarra: o “tapa-cofrinho”.

Antes de continuar, explicando o “cofrinho”…

Ao contrário do que tinha na minha época de criança, cofrinho não é mais aquele porquinho de plástico azul ou ainda aquele redondo de papelão e lata da poupança Haspa (lembra-se disso?). Atualmente cofrinho é o nome carinhoso para o rêgo. Sim, isso mesmo, aquela vala que fica entre as nádegas e que se torna mais profunda a medida que o dito ou a dita enchem o rabo de pástico. Esta parte do corpo foi assim apelidada pela analogia de se colocar moedas dentro. Tudo bem, não consigo compreender isso pois não é lugar para moedas, mas enfim.

Voltando…

A moda inventou então um tal de “tapa-cofrinho” que nada mais é que um pedaço de pano amarrado na cintura com a finalidade de esconder o dito cujo dos olhares mais interessados. Também, como diz a reportagem da Folha, algumas mulheres estão usando a nova invenção para esconder nádegas avantajadas destes mesmos olhares.

Não tive oportunidade de ver tal peça do vestuário feminino mas penso que seja algo como uma fralda amarrada na cintura e usada por aquelas que amam as tais calças de cintura baixa. No mínimo, ridículo para não dizer ignóbil.

Fiquei pensando o que se passa na cabeça tanto de quem inventou mas também de quem usa (diz a reportagem que uma loja em sampa já vendeu mais de 2 mil peças). Não é um pedaço de pano que vai esconder aquelas ancas (desejadas ou não) da verdadeira mulher brasileira e penso ser mais prático e coerente usar uma calça normal que a fralda. Tão simples; para quê complicar?

Se quer usar a calça baixa, deixe o cofrinho aparecer oras. Quem sabe não aparece alguém para colocar na poupança?

Gola rolê

Com o frio que anda fazendo aqui no sudeste, começam a sair dos armários as roupas mais bonitas e também as mais estranhas. Confesso que prefiro o inverno por vários motivos. Pode-se tomar vinho todos os dias sem ninguém dizer que é alcoólatra, come-se muito bem, veste-se melhor e além disso, claro, edredon é algo obrigatório. Mas como tudo na vida, existe seu lado estranho e, na minha opinião, o mais estranho deles é o congelamento dos neurônios de algumas cabeças. Exemplo? Veja a pergunta que me mandam:

“Tá chegandú o frioxinho e quero sabê si gola rolê é coisa de EMO? Mi ajudaaaa!”

Meu amigo, claro que não é. De acordo com as escrituras, gola rolê é para aquele que dá “ré no quibe” pois pode praticar tal atividade em qualquer lugar sem a necessidade de esperar chegar em casa para morder fronha.

Não se preocupe, sua gola rolê vai fazer xuxexo!